V A M O S A E L E S !!!!!….

VAMOS A ELES!!!!

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Carlos Patricio <carlosalvares4@gmail.com>

22:06 (há 19 horas)

para Forcado, Antonio.lucio, Manuel, Paulo, Luis, Patrícia, carlos, Carlos, Luís, Ramo, Raul, Alexandre, jornalfarpas
Desde que decidi entreter-me lendo os blogs e sites dos “contra”, anti taurinos ou anti touradas, sinto logo o desejo de “retaliar”,desabafar. Sinto-me satisfeito por o poder fazer.Se concordam ou não com o que escrevo é…. secundário.

Não é a dor psicológica, aquela que se sente mas não se vê. Nem a dor de alma. Ou a que surge quando a pesssoa que se ama nos troca por outro amor, que vou escrever. É sim da dor de cotovelo, bem visível entre a gente dos toiros. Na que se intitula anti tourada. Da que faz do sofrimento do toiro, a sua bandeira, postando chocantes fotografias. Que, na opinião de estudiosos, de gente responsável com a qual a minha experiência pessoal concorda,não correspondem bem à verdade.

O toiro quando atacado, está em tal estado de exaltação, de fúria, que mal sente a dor. Quer retaliar. Castigar quem o provoca – “um animal, quando lhe causam dor, reage para se defender, ou foge quando reconhece não se conseguir livrar de quem o ataca”. Com o toiro não é o que se passa. Mesmo com o ferro do “picador” a penetrar-lhe o corpo não desiste de empurrar, de investir. Para acabar esta situação, é necessário irem-no buscar.

Parece-me pois ser de admitir que o toiro, devido ao estado de exaltação em que se encontra. Não sente a tal dor que os “contra”, os “anti” imaginam. Aliás, mesmo os humanos, quando concentrados ou entusiasmados por alcançar qualquer objetivo, quase não sentem a dor. Dentro da Tauromaquia e não só, os exemplos são muitos.

Desde o Forcado que, desfeiteado, continua a tentar a pega, parecendo não sentir as dores causadas pelas tentativas falhadas, ao toureiro colhido que não vai para a enfermaria sem primeiro matar o toiro. No box, no raguebi, no karaté, em todas as modalidades em que há confronto físico dá-se o mesmo. O desejo de alcançar o êxito põe a adrenalina em ebulição, tornando-nos quase imunes à dor. Com o toiro, que segundo os “contra”, tem reações idênticas às dos humanos, passa-se semelhante situação.

Que autoridade tenho para ter tal opinião? A mesma que os “contra”, os anti taurinos e anti touradas, têm para dizer o contrário. Por observação visual, avaliar as dores que o toiro sente, parece-me pouco racional. Ou será que, tendo a estranha faculdade do imaginado dr.Dollite, de conseguir falar com os animais, lhes ouvem os queixumes?

Quanto a mim no entanto, esta preocupação pelo sofrimento dos toiros, não passa de pretexto. Há que desacreditá-los. Chamar a atenção para o verdadeiro motivo que os norteia – O PROTAGONISMO.

VAMOS A ELES!

Carlos Álvares (Chaubet)

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